A quem podem interessar as guerras?

Quando faço essa pergunta nos cursos que ministro, alguns alunos me respondem: aos radicais e terroristas religiosos. Respondo: errado, interessa aos empresários bélicos, corporações transnacionais e multinacionais com interesses escusos, a políticos inescrupulosos, interessa a esse sistema econômico que mantém a concentração de renda e, para tanto, nada melhor do que a exclusão social. Todavia, para conseguir essa façanha que é tão difícil de realizar quanto promover a inclusão social, é necessário gerar um ambiente de conflito permanente. Explica-se: por pior que seja a ganância humana, o individualismo, os mais cruéis dos sentimentos, nenhum coração resiste a um cafuné.

O ser humano é solidário na essência e só deixa de sê-lo quando é incitado por interesses egocêntricos e outros desvios psicológicos, ou formação demasiadamente materialista, que Michel Foucault explicou ao analisar psicanaliticamente inúmeros casos, entre os quais, o do jovem Pierre Rivière, que degolou a mãe, a irmã e o irmão no século XIX. Uma história contada todos os dias nos noticiários brasileiros. O fim que levou a família Rivière nos faz pensar que um problema doméstico pode ser o reflexo de um grande conflito social.

As guerras são financiadas por quem tem interesses econômicos em alimentá-las. Basta levantar os números dos serviços que as guerras produzem para concluirmos esse fato. Estelionato, extorsão, prostituição, pedofilia, drogas, álcool, armas, política corrupta. São lugares-comuns nas guerras. Aceitamos sem questionar argumentos frouxos, sejam religiosos, raciais, ou simplesmente os clichês preconceituosos, que procuram justificar por que estão sendo fomentadas as discórdias no mundo.

Segundo o juiz Walter Fanganiello Maierovitch fundador do Instituto Giovanni Falcone de Ciências Criminais, o comércio de seres humanos rende de US$ 7 bilhões a US$ 13 bilhões por ano, resultado da imigração clandestina - movimento de pessoas que são obrigadas a fugir de seus países de origem devido à miséria, guerras intestinas ou perseguições étnicas e políticas. A Organização das Nações Unidas detectou um crescimento de 400% nesse mercado nos últimos dez anos. Há 200 milhões de clandestinos no planeta; cerca de 30 milhões de mulheres são escravizadas. Veja a pedofilia: só o mercado de vídeos de crianças rende US$ 280 milhões por ano. No mercado internacional, órgãos humanos também são "commodities". Uma córnea vale US$ 4 mil; um rim, US$ 3 mil; meio fígado, US$ 6 mil. Os números da miséria humana transformada em bilhões são impressionantes.

Os conflitos inter-raciais e políticos produzem também a adrenalina que buscam os especuladores com sucessivas e agressivas altas e baixas nos mercados de capitais, nas bolsas de valores e derivativos no mundo inteiro, quando inevitavelmente alguém sai ganhando quando outro sai perdendo. Os atentados de 11 de Setembro, a questão israelo-palestina e a Invasão do Iraque que o digam!

Esta cena é comum no continente árabe, e por coisas menores os custos de navegação, os seguros dos fretes marítimos para embarcar as commodities agropecuárias e industriais brasileiras atinge patamares que empurram o país para fora deste mercado potencial com fortes laços afetivos, por estar na posição de 3a maior colônia libanesa em êxodo de guerra. Por mais atraente que seja o Oriente Médio, os árabes que aqui se instalam constróem raízes, famílias, casam-se com mulheres brasileiras e vice versa, acabam por constituir uma relação e construir no Brasil a suntuosidade com o cheiro sensual de suas festas vibrantes. A habilidade de se comunicar e a herança nômade dos beduínos fez com que estes povos se deslocassem constantemente, o que ocorre também com outras civilizações como os sírios, sauditas, armênios, egípcios, turcos, judeus – os semitas - donos de uma diplomacia e simpatia sem igual.

O argumento que destruiu todas estas nações será agora o responsável pela sua reconstrução. O poder financeiro que compra qualquer coisa e que determina o que será da vida de milhares pessoas. O poder do desfrute e de regalias foi lastreado pelas riquezas naturais desses povos. Nessas mãos se encontram as matrizes ambientais não renováveis, que sustentaram o sistema capitalista: petróleo, ouro e diamante. Estas matrizes que representaram a moeda destas nações e agregaram valor a moeda do ocidente também as levaram a autofagia, a destruição e ao genocídio, cujo o argumento trasvestido de religião sempre foi na verdade a questão econômico-financeira. Como pode a África, um dos maiores produtores de ouro e diamantes do mundo ter o maior índice de pobreza, juntamente com outros países como a Índia? Alguém dirá: - a África do Sul é a rica e não a África do Norte. Na nossa contabilidade, África é África. Uma mão deveria lavar a outra.

Assim sendo, nada mais justo e legítimo do que uma mulher negra e ambientalista, a queniana Wangari Maathai, ser a vencedora do Prêmio Nobel da Paz deste ano de 2004. Wangari, vice-ministra do Meio Ambiente, foi premiada por sua contribuição ao desenvolvimento sustentável, à democracia e a paz. Ela liderou o Movimento Cinturão Verde, que plantou mais de 30 milhões de árvores na África. A ambientalista é a 12ª mulher a ganhar o Nobel da Paz e a primeira mulher africana. Outros seis africanos já foram premiados.

Creditamos a inspiração do conceito, da filosofia, o mote gerador do Projeto BECE (sigla em inglês) Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais ao Oriente Médio e continente Africano. É aqui que começa nossa história.....

É uma história triste, dura e tem na sua essência, muito sofrimento. Se fôssemos colocá-la com a crueza como foi desenvolvida, elencar os porquês em toda sua nudez, provavelmente muitos não suportariam ouvir. Elas nasceram das mágoas e das decepções de cada um de nós. São filhas diletas do nosso sentimento de incapacidade, impotência e inércia diante da injustiça social, moral, política e ambiental com a qual convivemos. Têm sua origem nas guerras.

Água – a experiência do Petróleo ensina !

Para os povos nômades, os poços de água são presentes divinos: são protegidos pelos escorpiões, pelas serpentes e por aves com enormes asas bordadas com ouro puro. Cada ponto de água constitui uma rota de comercialização das mercadorias que estes povos levam de um lado para outro há milênios. Fazem parte, inclusive, de uma espécie de ritual de negócios, de encontro de tribos e de casamentos entre jovens prometidos. Infelizmente, ao contrário dos valores dos povos nômades, a água é o principal instrumento econômico, presente em acordos de guerra, tão potencial e voraz quanto o petróleo.

Poderíamos discorrer por horas sobre o trading (compra e venda de mercadorias) internacional com países em guerra, que impõem a troca de água e alimentos, desde que adquiridos conjuntamente, num pacote fechado que inclui armas, através de side letters (cartas de gaveta) assinados em reuniões realizadas a bordo de jatinhos. E assim, tanques de guerras e tecnologia militar de ponta são precificados por contêineres de água.

O Brasil, articulador nas negociações do Protocolo de Kyoto, entre outros acordos internacionais, não pode ficar a mercê de um tratado internacional sobre a "privatização" da água, do solo e do ar, através de mecanismos engenhosos de mercado, cheios de sutilezas e artimanhas, simplesmente ignorando o poder econômico dos que migram em escala crescente para países que possam abastecer os órfãos de guerra com água e alimentos.

Existem em torno de 50 milhões de refugiados em êxodo de guerra, sem contar os clandestinos fugitivos de perseguições étnicas, políticas e religiosas. A ONU atendeu 27 milhões. Mas ainda assim, não pode resolver o problema: no máximo, pode entregar alguns pacotes de comida e tentar providenciar asilo em algum país mais misericordioso. Para cada 115 pessoas no mundo, uma é vítima das guerras.

O número total de pessoas refugiadas sob o mandato do Alto Comissariado das Nações Unidas - ACNUR passou de 17 milhões em 1991 para um recorde de 27 milhões em 1995. Em 1 de Janeiro de 1999, o mesmo número tinha baixado para 21,5 milhões. Apesar da redução acentuada, esse número representa uma em cada 280 pessoas do planeta. Nele se incluem refugiados, retornados e pessoas deslocadas internamente nos seus países.

Um refugiado é definido como sendo uma pessoa que teve de abandonar o seu país devido a um receio fundado de perseguição em virtude da sua raça, religião, nacionalidade, opinião política ou pertença a um determinado grupo social. Não podendo ou não querendo regressar, incluindo os refugiados das secas e da fome, vítimas das mudanças climáticas e demais impactos ambientais, como por exemplo os atingidos por barragens para construção de hidrelétricas.

As matrizes ambientais são bens difusos

As sete matrizes essenciais para produção de commodities ambientais (água, energia, madeira, biodiversidade, minério, reciclagem e controle de emissão de poluentes – água, solo e ar) resguardam-se sobre o manto da Soberania Nacional, já que constituem os bens que pertencem ao povo brasileiro e são explorados no território brasileiro. A princípio, assim caberia ao estado a gestão ambiental e financeira destes recursos naturais, revertendo-os em benefícios que, de um lado, não dão lucros imediatos, não contabilizam juros nas contas dos fundos, tampouco podem ser ativos especulativos, mas de outro, constituirão investimentos em educação, saúde, cultura e meio ambiente.

As commodities ambientais obedecem a critérios de extração, produtividade, padronização, classificação, comercialização e investimentos e têm um tratamento diferente daqueles produtos chamados, no jargão do mercado financeiro, de "commodities convencionais" (mercadorias padronizadas para compra e venda). Não são, assim, mercadorias que se encontram na prateleira dos supermercados, na lista de negócios agropecuários, nem entre os bens de consumo em geral industrializados.

No mercado de commodities ambientais, os fornecedores e produtores são a população carente, os indivíduos que podem representar, ou melhor, já representam riscos sociais. O cidadão de baixa renda, que mora próximo a mananciais, o caboclo que queima a floresta nativa para ampliar sua área agricultável, o empregado que sobrevive na insalubridade, convertem-se em proprietários de commodities ambientais, ou seja, figuras centrais deste mercado. Encontram aqui uma alternativa de subsistência, o direito a um trabalho digno, uma luz para sua auto-estima, a promoção da cidadania, da recuperação, do resgate social, a valorização de sua própria vida.


O território brasileiro é o único a possuir, em abundância, essas matrizes segundo o WWI – World Watch Institute. Digo "em abundância" porque o Brasil tem hoje muito mais recursos naturais do que outros países jamais tiveram ou tiveram e esgotaram. Podemos dizer mais: nosso país ainda possui o suficiente para abastecer o mundo, se conseguir frear a tempo, o desmatamento indiscriminado. Daí a necessidade crescente de lidar com tais recursos em "condições sustentáveis". Estas condições reportam, inicialmente, à idéia de desenvolvimento sustentável; mas têm implicações mais profundas do ponto de vista sócio-econômico do que a teoria que alimenta o sentimento ambientalista.

O Brasil é um território de dimensões continentais que abriga diversas etnias, numa espécie de pluralismo religioso miscigenado. Mesmo os grupos mais sectários e reacionários conseguem um diálogo racional com um bom senso existente em poucos. Sim, temos sérios problemas raciais, sociais, ambientais, econômicos e políticos, entre outros. Também temos nossas guerras intestinais, mas felizmente, o país está longe de ser o caos que impera na crescente indústria do terrorismo nos grandes centros urbanos e se alastra como pólvora pelas principais capitais financeiras, bolsas de valores e de derivativos dos países ditos ricos...Por enquanto!

Essas "condições sustentáveis" dizem respeito principalmente à questão da gestão dos recursos naturais, à manutenção e à divisão das receitas obtidas com as divisas dos bens naturais. Dividir, repartir, doar recursos e, acima de tudo, garantir espaço para a emergência de manifestações religiosas, étnicas, gênero, ideológicas, sociais ou de qualquer outro tipo, constituem a tão esperada "condição sustentável". Raros são os países do resto do mundo que as possuem.

O desenvolvimento desse novo mercado tem como objetivo conscientizar todos os segmentos da sociedade civil organizada sobre a importância de criar condições para uma economia justa, socialmente digna e politicamente participativa e integrada. Portanto, classificamos efetivamente como "commodity ambiental", a mercadoria originada de recursos naturais em condições sustentáveis, somente se as variáveis sociais – nível de educação, distribuição de renda, saúde, empregabilidade – dos cidadãos forem levadas em consideração e se houver a participação da sociedade na manutenção, destinação, administração e principalmente na comercialização, de acordo com critérios e leis claramente estabelecidas. Controle Social: isso preservaria a soberania nacional de outros povos e também contribuiria para erradicar a fome e a miséria em nível global, com respeito às leis naturais.

Devemos lidar com os elementos água, solo e ar com o devido respeito. O tratamento financeiro para "commodities convencionais" em países onde a taxa de juros é estável, é bem diferente daquele de países com juros altos –como é o caso brasileiro –, nos quais toda iniciativa produtiva é inviabilizada pela especulação financeira.

Tratar a água, o solo e ar simplesmente como uma "mercadoria" , como qualquer outro ativo comercializado nas bolsas de valores e derivativos, é literalmente entregar o "ouro" para o bandido, ou melhor, permitir que os outros de fora determinem a política de gestão e comercialização desses recursos naturais potencialmente brasileiros. Nenhum ecossistema, cuja propriedade é da sociedade, ou seja, dos cidadãos, e cuja função é otimizar o usufruto aos demais cidadãos e seres vivos do planeta pode ter um tratamento meramente financeiro. Transformar água, o solo e o ar em papel é fácil. Qualquer "yuppy" recém formado pode fazê-lo. Quero ver, porém fazer disso "commodity ambiental!".

O Projeto BECE não nasceu do acaso para privilegiar o marketing financeiro ou dar aval para novos negócios virtuais nos mercados de futuros e de capitais. Nem para captar dinheiro no mercado internacional a taxas baixíssimas e a fundo perdido com o objetivo de repassá-las às taxas de mercado interno. Muito menos é herança do colonialismo econômico financeiro internacional. É fruto da criatividade brasileira, do debate que está por envolver a população através da sociedade civil organizada. Somente assim será possível o desenvolvimento econômico integrado, por meio de um longo, participativo e permanente debate sobre os "Direitos Humanos frente ao Meio Ambiente versus Meio Ambiente frente ao Mercado Financeiro".

O movimento mercadológico que naturalmente constitui o fomento e implantação do Projeto BECE nasceu para lavar, depurar e estimular atividades produtivas, fazer o que os mercados financeiros deveriam ter feito e nunca fizeram:- financiar a produção agrícola, industrial e social, respeitando o meio ambiente e promovendo a democratização do capital, com justiça social.

Pouco importa se o nome disto é socialismo, comunismo, capitalismo. O que interessa é provar que a existência do Projeto BECE e sua necessidade para promover a viabilidade econômica de projetos sócio-ambientais são tão cristalinas quanto a fonte mais pura dos mananciais. E não poderia ser diferente. Seria praticamente impossível desenvolver mecanismos para gerar negócios, financiados pela democratização do capital, sem que haja o envolvimento e o comprometimento daquele que será seu proprietário e maior beneficiário: o povo brasileiro. Porém as "condições sustentáveis" que o Brasil possui, na dianteira das potências econômicas, atribuem também ao país uma responsabilidade para com os povos em guerra. Temos o dever de dividir o pão, a água e o paraíso com os que sofrem no inferno por não tê-los, numa verdadeira missão de paz. Essa bandeira tem nome: commodities ambientais.

Meu amigo, se você não é solidário na luta pela PAZ por uma questão humanitária e ambientalista, seja pelo menos por uma questão de inteligência.

                                                      A PAZ é um bom negócio!

*Dossiê BECE na pessoa de Amyra El Khalili, vistado em caráter de confidencialidade pelo Conselheiro Jurídico da OSC CTA, Carlos Alberto Arikawa (OAB/SP 113.03), foi protocolado pelo Comitê "1000 Mulheres para o Nobel da Paz" em 14.06.2004.

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Amyra El Khalili é Economista, Presidente da OSC CTA (Geradores de Negócios Sócioambientais nos Mercados de Commodities), Fundadora e Idealizadora do Projeto BECE (sigla em inglês) Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais. Membro do Conselho Editorial do Jornal do Meio Ambiente. Co-Editora da Rede Internacional de Comunicação CTA-JMA. Fundadora do Movimento Mulheres pela P@Z! e Movimento Portas Abertas: Dois Estados para Dois Povos. email:(ongcta@terra.com.br)

* Artigo originalmente publicado como Projeto BECE em Missao de Paz! em diversos sites e redes.